Cinco professoras da região de Jaraguá do Sul estão em Leipzig, na Alemanha, em processo de imersão na língua, projetos e cultura alemã.

Um programa custeado pela embaixada alemã e pela iniciativa Deutsch aus Fremdsprache International (alemão como língua estrangeira internacional) da Universidade de Leipzig.

Essas inquietas abnegadas, são ‘malucas sonhadoras’ que, na ordem natural das formações e transformações humanas, assumem o ponto de partida. Uma iniciativa digna de enaltecimento. Por isso, definir professor sempre será, tão ou mais desafiador, quanto ser. É fácil definir o “professor por conveniência”. Mas muito difícil definir o “Professor por vocação”. A insensatez comum da sociedade não percebe essa dantesca diferença.

Essas professoras que lá estão, garimpam e se nutrem de conhecimento para compartilhar, depois, com seus educandos e sociedade. Portanto, elas não veem a docência como profissão, mas como missão. Paira aqui então, o grande paradoxo da Educação em nosso país: a missão mais importante, segue sendo uma das menos reconhecidas.

Essa lógica precisa se inverter. Óbvio que dificilmente alguém desconsideraria a importância da Educação e do bom Professor. Mas com raríssimas exceções, alguém recomendaria essa carreira aos filhos. Enfim, exemplos dessa natureza nos dão conta de que a mudança da Educação passa por trabalhos concretos de pessoas reais.